Doenças do “celular”: Confira os perigos do uso excessivo

Saiba como prevenir possíveis complicações

21/02/2020
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Doenças do “celular”: Confira os perigos do uso excessivo

Excesso de exposição ao celular já é um problema muito conhecido. E neurologistas apontam que doenças mais graves podem ser ocasionadas.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) já alertou oficialmente que crianças com menos de dois anos não devem ter acesso ao celular e outros equipamentos eletrônicos. Isso porque a luz emitida pelas telas atrapalha o sono, predispõe à obesidade, interfere na saúde óssea, metabolismo cardíaco, desenvolvimento de habilidades cognitivas e motoras.

Mas todas essas condições provocadas pelo uso de equipamentos eletrônicos também podem afetar os adultos. Confira alguns dos perigos mais comuns:

Crise epiléptica fotossensível

Exposição a estímulos luminosos e a padrões repetitivos de imagens podem desencadear crises epilépticas em pessoas suscetíveis.

Crises de enxaqueca

Crises de enxaqueca também podem ser desencadeadas por falta de sono provinda da estimulação luminosa.

Menor controle emocional

Baixo limiar de frustrações, falha escolar e desempenho cognitivo prejudicado também já foram descritos como complicações do uso excessivo de celulares.

Problemas físicos

Tem o costume de se sentar ou ficar em uma mesma posição para usar o celular? Entre as complicações associadas e frequentes relatadas pelo longo tempo de permanência estão a obesidade, tendinite de polegar e trombose venosa profunda.

Miopia

O aumento do número de casos de miopia pode relacionar-se à tendência de crianças em passar mais tempo utilizando o celular. Pensando nessas complicações, neurologistas recomendam reduzir o uso as poucos, diminuindo o tempo de uso, especialmente, antes de dormir. Alguns aparelhos possuem a opção de modo noturno, que muda a tonalidade da luz da tela, mas ainda assim é importante manter o celular longe da mão, pelo menos, duas horas antes de dormir.

Praticar exercícios físicos, como caminhar ao ar livre, auxilia na prevenção de problemas ortopédicos que podem ser provocados pelo uso excessivo.

Ainda assim, caso apresente sintomas como dor de cabeça, problemas de memória e olhos ressecados, consulte um neurologista, especialista que analisa o cérebro, medula, nervos e músculos.

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